Expressionismo gestual

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A pintura como gesto

"Na pintura gestural sigo um instinto, mas ele não é casual ou natural, é a concretização de uma forma que já havia amadurecido como idéia. Mesmo assim, a realização da obra poética nunca corresponde ao que foi formulado idealmente. No decorrer do gesto, uma gota cai em um ponto inesperado e, imediatamente, instintivamente, a corrijo, a cubro ou a intensifico. Por isso, considero os meus quadros obras em construção, ao longo da qual a projetação é um ponto de partida, mas o resultado é sempre inesperado, mesmo não sendo casual.

É preciso uma longa experiência artística, uma intimidade com a matéria, um conhecimento concreto do processo construtivo para condensar o gesto e realizar o movimento exato em pouco instantes. Cada gesto é impulsionado por uma carga de energia que é acumulada no período pré-quadro, enquanto me preparo para intervir no espaço da tela. É como um solo de jazz ou um balé contemporâneo: o bailarino se preparou a vida toda para efetuar um movimento, cuja realização parece natural e instintiva, mas é uma condensação de emoções, reflexões e vivências".

 

Gianni Patuzzi

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